segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

NO CINE: “Missão: Impossível - Protocolo fantasma”: muita ação e adrenalina


Ano Novo! Que 2012 seja mais do que bem-vindo e traga muitas realizações. Aqui no blog, tudo começa outra vez. Textos semanais, não sei se posso cumprir mais do que isso, afinal, tenho que arrumar tempo para ver os filmes e escrever. Mas vamos logo inaugurar a primeira, de muitas, críticas desse novo ano. 

“Missão: Impossível - Protocolo fantasma” (“Mission: Impossible - Ghost Protocol”, 2011) é o filme que escolhi para essa “reinauguração” (afinal, faz quase um mês que não apareço por aqui. Precisava de descanso após a apresentação da monografia e tudo mais, que aliás, fiquei com 10! o/). Realmente não esperava muito da produção, apesar do trailer e do buzz, mas posso garantir que me surpreendi bastante.

Com a direção de Brad Bird (“Os incríveis”, 2004), “Missão: Impossível - Protocolo fantasma” apresenta muitas cenas exageradas que podem até ser classificadas como surreais, por exemplo, quando Tom Cruise escala o prédio mais alto do mundo, em Dubai, Emirados Árabes Unidos. Talvez, isso seja uma característica que Bird trouxe dos desenhos animados, mas funcionou para o público ávido por ação, mesmo que excessiva.

A ideia central do roteiro não é muito original. Afinal, Estados Unidos e Rússia como potências arqui-inimigas que podem estourar um confronto a qualquer momento já é um tema mais do que batido. Porém, essa nova roupagem funciona e a trama, recheada de sequências de ação que se encaixam, acaba encobrindo seus pequenos deslizes. O ritmo também é bom, assim como os efeitos especiais que impressionam e a fotografia impecável, até mesmo durante a tempestade de areia.

O filme já começa com uma cena de ação que avisa ao público o que está por vir. Assim, o agente secreto Ethan Hunt (Tom Cruise) é resgatado de uma prisão na Rússia por Benji (Simon Pegg) e Jane (Paula Patton), seus futuros colegas de trabalho. E não demora nada para esses três já estarem em confusão. Logo, Ethan é o principal suspeito de um bombardeio que destrói o Kremlin. Ele e sua equipe, Benji, Jane e  Brandt (Jeremy Renner), um ex-agente que agora trabalha como analista, são desautorizados pelo governo dos Estados Unidos, que inicia o protocolo fantasma, o qual encerra as atividades dos agentes da IMF. E além de trabalharem sem cobertura, irão precisar correr contra o tempo e derrotar o vilão conhecido como Cobalto, que parece estar sempre um passo a frente.

Eletrizante do começo ao fim, “Missão: Impossível - Protocolo fantasma”, apesar de seus 133 minutos, prende a atenção do expectador que parece não se cansar de assistir. Com um elenco cativante que apresenta boa química, ainda tem espaço para comédia, com destaque para as tiradas de Benji. Recheado de aventura, não decepciona quem gosta do gênero.

Estrelas

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Lançamentos da semana e algumas justificativas...


Faz muito tempo que não venho escrever uma crítica, né? Pois, estive enrolada ultimamente com muitas coisas para fazer ao mesmo tempo. E escrever para o Comentando o Filme sempre acabava ficando para depois. Mas trago boas notícias! Estou quase de férias da faculdade. Quer dizer, quase formada. o/ Só falta a defesa da minha monografia, enfim! (:

Voltando a falar de filmes, essa semana irão estrear muitos. Em breve, vou postar textos novos, como sempre, toda a semana. E vocês? Já foram ver Happy Feet 2, Gigantes de aço, Amanhecer parte 1, O preço do amanhã ou tantos outros que estão no cinema? Abaixo seguem as estreias dessa sexta-feira. Confiram:

Desaparecidos
Uma festa VIP, em Ilhabela no litoral paulista. O convite? Uma câmera de vídeo que deve ser usada o tempo todo. Ela registra, aleatoriamente, imagens sem você saber quando está ligada. Parece a festa perfeita? Não para um grupo de amigos. Dias depois de desaparecerem sem explicação, as autoridades encontraram seis câmeras abandonadas na mata. Nelas as aterrorizantes imagens do que realmente aconteceu e porque as autoridades mantiveram segredo.


Forças Especiais
Elsa, uma jornalista francesa, é sequestrada por líder do Talibã, que coloca um vídeo na internet, determinando a data para a execução da moça. Investigações indicam que o cativeiro fica em um vilarejo em terras sem lei, na fronteira do Paquistão. Uma unidade de elite, composta por seis homens, é enviada para resgatá-las. Em uma ação bem sucedida, eles conseguem alcançar o objetivo, mas agora precisam sair de lá.


Gato de Botas
Conheceremos o divertido Gato de Botas desde seu nascimento, como um fofo gatinho, até ele se tornar o felino visto em Shrek. No filme, Gato de Botas irá se juntar a mais dois amigos, Humpty e Kitty para tentar capturar a famosa e cobiçada galinha que põe ovo de ouro. Será que essa quadrilha vai conseguir concretizar o plano?


Margin Call: O Dia Antes Do Fim
O filme acompanha, durante 12 horas, os acontecimentos em um banco de investimentos, quando a crise estourou.


Noite de Ano Novo
Enquanto ´Idas e Vindas do Amor´ se passa no Dia dos Namorados, ´Noite de Ano Novo´ acompanha personagens durante a véspera de Ano Novo. O filme celebra o amor, a esperança, o perdão, uma segunda chance e um novo começo, no entrelaçamento de histórias de casais e solteiros, em meio à pulsação e promessas da cidade de Nova York, na noite mais deslumbrante do ano.


Uma incrível aventura
Um garoto pobre e determinado, que adora futebol, acredita no talento de um amigo para o esporte e o convence a participar da Copa do Mundo, na África do Sul. Sem dinheiro e a milhares de quilômetros daquele país, eles partem, sem olhar pra trás, em busca desse objetivo. Ao longo do caminho, juntam-se a eles novos companheiros que passam a acreditar nesse mesmo sonho. Nada os fará desistir.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

NO CINE: “A casa dos sonhos” não traz novidades


Sinceramente? Acho que vou parar de ver trailers. Mais uma vez, lá fui eu cheia de expectativa ver um filme. Agora, foi “A casa dos sonhos” (“Dream House”, 2011). Não estou dizendo que é tão ruim assim, mas promete muito mais do que cumpre. A cada instante, esperei a reviravolta ou a cena de impacto que não aconteceu até depois de passarem os créditos finais.

O thriller psicológico, dirigido por Jim Sheridan (“Entre irmãos”, 2009), funciona como um suspense mediano. Com inicio promissor, o meio do filme acaba por se apresentar cansativo e cria expectativas que não levam a lugar algum. O roteiro parece se perder e esquecer de voltar para o mesmo ritmo do começo da trama. O desfecho até que pode ser considerado interessante, entretanto é totalmente previsível. Porém, uma certa curiosidade, me fez assisti-lo até o fim.

Logo, o expectador é apresentado a Will Atenton (Daniel Craig), um bem sucedido editor, que resolve abandonar o emprego para se dedicar mais a sua família. Nesse período, também pretende escrever um livro. Na casa nova, realmente parece que Wiil, sua esposa Libby (Rachel Weisz) e suas filhas, Trish (Taylor Geare) e Dee Dee (Claire Geare), serão muito felizes. Mas, de repente fenômenos estranhos começam a acontecer. É quando o ex-editor descobre que este foi o local de um homicídio, no qual o pai matou a mulher e suas duas filhas. Então, começa a sua luta para desvendar todo esse mistério. (Qualquer coisa que fale a mais, será spoiller e não haverá motivo para conferir a obra.)

A dicotomia entre a realidade e a imaginação não é muito diferente de outros filmes, como Janela Secreta (2004, David Koepp). Entretanto, alguns pontos merecem destaque. Daniel Craig consegue interpretar de forma convincente dois papéis, o pai carinhoso e preocupado e o homem transtornado. E as atrizes mirins, Taylor Geare e Claire Geare, desempenham muito bem suas personagens. Com uma fotografia ótima, “A casa dos sonhos” pode até servir como passa tempo, mas não assista desavisado, porque não há nada demais. E também não espere muito desse suspense.

Estrelas

terça-feira, 1 de novembro de 2011

PIPOCA NO SOFÁ: Árvore da vida convida a meditar e contemplar


Já faz um tempo que eu queria assistir “Árvore da vida” (“The Tree of Life”, 2011), mas por um motivo ou outro não conseguia. Entretanto, devo confessar que valeu a pena esperar e ter tempo para pensar um pouco mais do que é necessário fazer, ultimamente, assistindo a todos esses enlatados e comédias no estilo americano.

Com a direção de Terrence Malick (“O novo mundo”, 2005), o filme apresenta uma narrativa não linear, a qual não se preocupa deixar tudo muito explicado ao espectador. Por isso, é preciso prestar bastante atenção às cenas, falas e até mesmo imagens. De fato, é concebido para a busca de reflexões pessoais tanto sobre o tema quanto sobre a compreensão do que se passa. A história da “Árvore da vida” gira em torno da perda de um ente querido, mas este não é um conto sobre morte e, sim, uma linha que conduz a meditações profundas sobre o sentido da vida e outros questionamentos comuns que devem ser respondidos por cada um. 

Tudo começa com a morte de um dos filhos do casal O'Brien. Durante a trama, aos poucos é possível conhecer os integrante dessa família e compreender seus dramas individuais. Os três personagens principais, que são muito distintos, se completam. O sr. O'Brien (Brad Pitt) procura ser um pai rígido, mas que busca criar os seus filhos da melhor maneira para que sejam boas pessoas no futuro. Entretanto, a sra. O'Brien (Jessica Chastain) ama incondicionalmente as crianças e esquece de impor-lhes certos limites. O mais velho, Jack (Sean Penn) cresce revoltado e achando que o pai não gosta dele. Mas, na verdade, só não compreende que o sr. O'Brien está apenas tentando fazer com que ele seja um homem melhor. 

Assim, a partir de um drama familiar, “Árvore da vida” faz uma viagem no tempo retratando diferentes visões de mundo. Intenso, emocionante e sensível, o filme traz cenários lindos, com uma fotografia impressionante e efeitos especiais fascinantes que combinam perfeitamente com a trilha sonora. Os jovens atores Hunter McCracken (jovem Jack) e Tye Sheridan (Steve) merecem destaque por sua atuação que não perde em nada ao lado de nomes como Brad Pitt e Sean Penn. Com certeza, “The Tree of Life” (no original) é uma boa obra. Mas não adianta ir assisti-la com a mente fechada ou sem paciência para contemplação e meditação. Então, só dedique seu tempo, caso realmente esteja interessado.

Estrelas 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

NO CINE: Gigantes de aço surpreende e apresenta boas cenas de luta


Sei que estou muito atrasada com os posts. Tenho justificativas, mas não desculpas. Bom, primeiro fiquei com conjuntivite bacteriana, quando estava me recuperando, peguei conjuntivite viral. Ótimo, né? #NOT Depois, descobri que meu grau aumentou e tive que esperar por óculos novos. Quando finalmente melhorei, estava atolada de coisas para fazer: capítulo da monografia para entregar, projeto para concluir, trabalhos para a faculdade, blog. E sabe como ficou a correia. Vamos tentar compensar agora...

Finalmente, consegui ver um filme e o resultado foi muito melhor do que eu esperava. “Gigantes de aço” (“Real Steel”, 2011) realmente irá surpreender quem não espera muito. Clichê, narrando a relação entre pai e filho e cheio de frases de efeito, consegue ser previsível e ao mesmo tempo prender o espectador que torce pelo pequeno Max.

Com a direção de Shawn Levy (“Doze é demais 2”, 2005), “Gigantes de aço” é um misto de ação, ficção, drama e comédia. De fato, apesar de sua fórmula mais que batida, o enredo consegue envolver e empolgar. Os cenários são bem estruturados e muito convincentes. A imagem, o som e os efeitos especiais estão ótimos e dão ainda mais força a trama.

Em um futuro próximo, conhecemos Charlie (Hugh Jackman), um ex-boxeador, já que o esporte com humanos foi extinto. Agora, o ringue é ocupado por robôs. Para sobreviver, Charlie usa máquinas ultrapassadas nos combates, mas não está indo muito bem. Além de seu namoro enrolado com Bailey (Evangeline Lilly), a filha de seu treinador falecido, ele terá que cuidar por um tempo de seu filho Max (Dakota Goyo), com quem não tinha contato, já que a mãe do menino acaba de morrer. 

Cheio de dívidas, Charlie encontra-se em um cenário bagunçado e conturbado. Mas ele não sabia que seu filho era tão bom com videogames e aparatos tecnológicos. Depois de destruir um robô novo, eles vão a uma espécie de ferro velho, onde encontram Atom, uma máquina antiga, que graças às habilidades de Max volta a funcionar e até mesmo consegue ser usada como um robô de luta. Juntos, pai e filho irão embarcar em uma aventura que irá mudar suas vidas.

As cenas de lutas são muito boas. É possível ver tudo de perto e escutar cada ruído da lataria se chocando. O suspense e o clima do filme também são capazes de manter toda a atenção do espectador. Dakota Goyo merece destaque pela sua atuação e carisma. “Gigantes de aço” é um filme para a família, principalmente para as crianças. Vale a pena o ingresso.

Estrelas

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

NO CINE: “O diário de um banana 2: Rodrick é o cara” cumpre seu papel


Mais um atraso, eu sei. Desculpe. Semana mais do que corrida. Nem preciso dizer, né.

Trailers engraçados significam que eu estarei no cinema. “O diário de um banana 2: Rodrick é o cara” (“Diary of a Wimpy Kid: Rodrick Rules”, 2011) não fugiu a regra e rapidamente, lá estava eu. Dessa vez, sem muitas surpresas, mas nem por isso deixei de dar algumas risadas.

Elaborado exatamente como manda a cartilha de comédias para adolescentes, o filme apresenta as brigas entre irmãos, medo de pagar mico, melhores amigos, paixonite e problemas que todas as famílias têm. Com David Bowers (“Astro Boy”, 2009) na direção, “O diário de um banana 2” traz uma boa fotografia. Sem contar que os recursos de animação misturados às cenas do filme ficaram muito legais. Dessa vez, o destaque vai para Rowley Jefferson, que interpreta Robert Capron. Ele sempre está nas cenas mais engraçadas.

Geg (Zachary Gordon) e seus amigos finalmente estão na 7ª série e dão graças a Deus por não serem mais os novatos do colégio. Mas dessa vez, eles enfrentarão outros problemas. Greg está apaixonado pela nova colega de classe Holly Hills (Peyton List), enquanto o seu irmão mais velho, Rodrick (Devon Bostick), fará de tudo para atrapalhá-lo.

A história é praticamente baseada nesse problema de relacionamento familiar. Greg tenta se dar bem com Rodrick, mas o adolescente não quer nem saber. Faz de tudo para atrapalhar a vida do irmão. A sua mãe, Susan (Rachael Harris), tenta de tudo para que os filhos se deem bem. Inclusive, inventa o “dindin da mãe”, o qual é uma moeda fictícia que pode ser trocado por dinheiro de verdade, caso os dois passem tempo juntos. Mesmo assim, não há muito resultado. Até que um dia, seus pais saem de férias. Sem supervisão, o irmão mais velho organiza uma grande festa em casa. Para escapar do castigo, irá precisar da ajuda de Greg. Mas, como previsto, isso não vai dar muito certo.

Voltado para crianças, o “O diário de um banana 2: Rodrick é o cara” apresenta os problemas infantis com muito humor. Sem muitas novidades, conta com a moral típica dos filmes do gênero, como importância da amizade, o respeito entre irmãos e o valor da família. As crianças irão gostar, já os adultos só se tiverem aquele espírito infantil. Caso contrário, escolha outro filme que esteja em cartaz.

Estrelas

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

NO CINE: Confiar traz tema importante sob nova ótica


Primeiramente, devo pedir desculpas pelo atraso do post. Essa semana foi muito corrida. Provas na faculdade, trabalhos e escrever a monografia... Assim, tempo zero, né? Mas na primeira chance que tive, vim aqui escrever sobre mais um filme. Dessa vez, fui assistir o novo suspense de David Schwimmer, o Ross de “Friends”, (“Maratona do amor,” 2007, também dirigiu alguns episódios de “Friends” entre 1999-2004). “Confiar” (“Trust”, 2011) é um típico suspense americano, mas que em nada deve ser desmerecido por isso.

Com uma fotografia simples, porém bela, o filme tece ao mesmo tempo uma crítica à sociedade atual e um alerta, que serve tanto para pais quanto para filhos. Sem mostrar cenas muito chocantes, a produção consegue manter o público envolvido do começo ao fim. O destaque vai para a jovem Liana Liberato, que consegue passar emoções fortes e contraditórias, na pele da adolescente ingênua.

Annie (Liana Liberato) é uma adolescente normal, que enfrenta questionamentos e problemas típicos da idade. Colegial, garotas populares, medo de ser feia. Mas ao mesmo tempo parece fazer parte de uma família estruturada e ter um bom relacionamento com seus pais e irmãos. Em seu aniversário de 14 anos, seu pai, Will (Clive Owen), a presenteia com um MacBook Pro. Achando que a filha saberia usar a internet, seus pais a deixam um tanto livre. Eles sabem que ela conversa com um “Charlie” de 16 anos, mas nada muito profundo. Só que na verdade, a menina mantém um relacionamento de amizade com esse desconhecido, que aos poucos releva ser mais do que um menino.

Até que um dia, após muito chat, sms e ligações, eles marcam um encontro. E o que mais poderia acontecer? Annie, inocente, é seduzida mais uma vez pela teia de mentiras psicológicas do suposto Charlie, que parece saber exatamente tudo o que a garota precisa ouvir. A partir daí, a vida dessa família nunca mais será a mesma. Abusada, a adolescente fica confusa, sua mãe, Lynn (Catherine Keener), quer ajudar, mas não sabe muito bem o que fazer, enquanto Will só pensa em matar o cara que estuprou a sua filha. Em meio a toda a confusão, ainda aparece o FBI para caçar o pedófilo.

Confiar” levanta a bandeira da importância da relação familiar e do convívio com as crianças. A história procura trazer uma reflexão aos mais velhos e também aos mais novos, que são os mais atingidos pelo problema. A história se apresenta de uma forma interessante e atual, sem deixar também de ser informativa. Este não é um filme para entretenimento e, sim, para a reflexão. Ao que se propõe é muito bom. Vale a pena, deixe os preconceitos em casa.

(Spoiller - Raiva do final, mas é exatamente assim que acontece na vida real)

Estrelas

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